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O EAD está ganhando um novo significado

[O EAD está ganhando um novo significado]

Estamos vivendo um aquecimento no mercado das plataformas de EAD e de Educação Corporativa em função do Coronavírus.  A implementação deste tipo de tecnologia sempre foi aderente em várias áreas, mas em razão do isolamento social para conter a propagação do vírus, a área de Educação foi uma das primeiras impactadas e a primeira a reagir em busca da viabilidade de implantação da tecnologia.

Muitas empresas foram obrigadas a migrar suas soluções presenciais para soluções a distância, e são muitos os formatos sendo usados atualmente. Lives, webinars, e-learning, sessões de mentoria on-line, mobile learning - pílulas de conhecimento através de dispositivos móveis, videoconferência, são alguns deles.

“Porém, é importante frisar que esse “migrar” nem sempre é bem compreendido. Estamos vivendo um tsunami de conteúdos na internet e fica a pergunta: uma live pode ser considerada como EAD? Para nós, o EAD é uma verdadeira experiência de aprendizagem digital, centrada no participante e não no conteúdo a ser compartilhado”, afirma Flora Alves, CLO da SG - Aprendizagem Corporativa e idealizadora da Ferramenta Trahentem®.

A especialista afirma que independente do meio de entrega da aprendizagem, seja um vídeo, uma live, um webinar, um curso assíncrono ou síncrono; é preciso escolher o veículo certo para cada coisa. “Por exemplo, quando falamos em live, estamos falando de uma transmissão. E a aprendizagem não é uma coisa que transmitimos. Eu posso até usar desse meio para despertar o interesse dessas pessoas com relação a alguma coisa, mas para que a aprendizagem aconteça, eu vou precisar usar outros meios também. Então uma live por si só, não basta. Ainda que seja um conhecimento declarativo, talvez eu não consiga ter o mínimo necessário de troca para chegar onde eu quero com relação a profundidade”.

Ferramentas que estão revolucionando o EAD

É possível sim fazer educação a distância, mas não é possível descartar o desenho de aprendizagem. É possível escolher a modalidade, mas a forma de construção de uma solução de aprendizagem continua sendo a mesma e é preciso considerar todas as etapas. Estamos evoluindo muito com relação a tecnologia, contudo, o nosso cérebro continua funcionando da mesma maneira, ou seja, precisamos levar em consideração como funciona os nossos processos psicológicos de aprendizagem.

“O desafio para quem desenha hoje uma experiência de aprendizagem é cada vez mais combinar duas coisas: andragogia e heutagogia. Contudo, se temos um objetivo a ser alcançado, é preciso estruturar o Design para que as pessoas possam escolher aquilo que elas acham melhor para cada uma delas, aquilo que é mais engajador ou mais interessante. Essa curadoria envolve não só a disponibilização de conteúdos diversificados, mas envolve um pensar de uma estrutura que consiga entregar aquilo que precisa em termos de aprendizagem e que seja engajador. Se por um lado as pessoas pensam que a tecnologia oferece a facilidade de disponibilização de alto volume de conteúdo, por outro lado a nossa responsabilidade aumentou, que é a de efetivamente desenhar estruturas que possibilitem essa escolha, esse acesso fácil, essa disponibilidade de conhecimento na hora que você precisa dele para aplicar, e não só como era feito em outros momentos”, pontua Flora Alves. 

É preciso usar metodologias adequadas para cada tipo de conhecimentos, afinal, antes de entrar em sala, seja ela virtual ou não, o facilitador precisa ter agilidade e assertividade na hora de desenhar seus treinamentos. E ter em mãos as ferramentas corretas torna-se um grande diferencial.  A Ferramenta Trahentem® Digital tem ganhado cada vez mais relevância neste momento, pois ela contribui 100% para que os facilitadores consigam fazer esse redesenho, mesmo estando a distância. Ela nasceu para promover a colaboração e agilidade para a construção de treinamentos experiências de aprendizagem efetivas e centradas em quem precisa aprender.

“Uma dica de ouro que posso deixar é: entregar uma experiência de aprendizagem a distância significa redesenhar o que você já fazia, não significa escolher uma boa ferramenta e fazer o que você fazia presencialmente. Nós não estamos desenvolvendo EAD, nós estamos desenvolvendo experiências de aprendizagem a distância. Isso significa que essa intervenção de aprendizagem tem que ser UMA EXPERIÊNCIA. E para isso, redesenho. É preciso escolher a ferramenta mais adequada para aquilo que queremos entregar e redesenhar o conteúdo para que ele seja absorvido e degustado”, finaliza Flora Alves.

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Por Mundo Empresarial

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